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Uma CUA chinesa torna-se o primeiro a ultrapassar 90% no OSWorld. A diferença em relação aos laboratórios de fronteira dos EUA agora é uma diferença de *harness*, não uma diferença de modelo.
Em termos simples. Um agente chinês de uso de computador chamado InAgent obteve 90,2% de sucesso em tarefas no OSWorld — o padrão de referência para agentes que clicam, digitam e navegam em um desktop. A Pandaily relata que é o primeiro Agente de Uso de Computador (CUA) a ultrapassar 90%, superando os resultados publicados pela OpenAI, Google e Anthropic.
Segundo a Pandaily de 3 de agosto de 2026, o InAgent atinge 90,2% de tarefas bem-sucedidas no OSWorld, incluindo 100% nas tarefas do sistema. É um marco para o domínio de "agentes de uso de computador", que mede a capacidade de um agente operar um sistema operacional como um humano (mouse, teclado, janelas, aplicativos).
A notícia não é o número — o OSWorld tem um teto flexível e um viés de "gaming" quando se otimiza para o benchmark — mas a trajetória. A lacuna entre os laboratórios de ponta (OpenAI, Anthropic, Google) e os atores chineses está se fechando nos CUAs antes mesmo que o caso de uso para o público geral se estabilize. A Pandaily enquadra isso como "engenharia de harness como a nova fronteira de competição em IA". Isso está alinhado com o que acompanhamos na thread harness-ops há um mês: o desempenho do produto depende menos do modelo e mais do loop de ferramentas ao redor.
No OSWorld, atingir 90% geralmente envolve uma stack: (a) modelo de percepção de UI (entendimento de tela + OCR), (b) planejador (decomposição de tarefas), (c) executor (ações atômicas de mouse/teclado), (d) memória do agente + backtracking para corrigir erros. Os 100% em tarefas do sistema sugerem que a parte de CLI/scripts é sólida; a diferença para chegar aos 90% globais está nas tarefas multi-janelas com deriva de UI — casos em que a tela muda entre dois cliques e o agente precisa re-perceber.
Para equipes que constroem agentes operacionais: (1) não meçam sua stack apenas pelos scores anunciados — repliquem ou aguardem reprodução independente; (2) meçam seu próprio gap entre percepção e execução — é aí que o custo explode; (3) separem rigidamente os papéis de percepção, planejamento e ação em sua arquitetura, ou os ganhos do modelo nunca chegarão ao produto.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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If harness improvements can bridge the gap at 90%, does that mean OSWorld’s benchmarking is too narrow? Real-world tasks are messy, and 90% here might not translate to actual usability.
If harness improvements can bridge the gap, wouldn’t it mean US labs have been overfitting their models to Western use cases? That’s the real question.
Wow, that’s a serious milestone. Wonder how long before the US catches up if the gap is just a harness issue now.
The OSWorld gap might reflect more than just hardware-China's early push on agentic computing could also stem from tighter integration between research and industry.
90.2% is huge, but what’s the actual error rate on open-ended, messy tasks? A harness delta can close the gap visually, but robustness in the wild is another beast entirely.
Interesting, but isn't 90.2% still leaving a lot of edge cases? A harness delta isn't nothing when bootstrapping fails.
Harness Ops : post-mortems et bench des agents en prod